Rússia e Ucrânia marcam nova rodada de negociações

A Rússia prossegue com os ataques contra a Ucrânia nesta quarta-feira (2). Uma nova rodada de negociações entre os dois países foi confirmada para hoje, segundo um assessor do governo ucraniano.

No fim da manhã (horário de Brasília), uma delegação russa já se dirigia para o ponto de encontro com negociadores ucranianos, informou a agência de notícias Belta, de Belarus.

A primeira conversa entre as delegações após o início dos ataques ocorreu na segunda-feira (28) e teve duração de cinco horas, mas terminou sem um avanço. Na terça-feira (1º), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a Rússia deve parar o bombardeio de cidades ucranianas antes que as negociações possam ocorrer.

Ainda nesta quarta, porém, o departamento de polícia regional de Kharkiv e a Universidade Nacional de Kharkiv foram alvo de um ataque militar, de acordo com o Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia e imagens geolocalizadas pela CNN. O conselho da cidade de Mariupol também disse que a cidade ao sul estava sob controle ucraniano, mas travada em batalhas com tropas russas.

O Ministério da Defesa russo também anunciou nesta quarta que as forças armadas tomaram a cidade de Kherson. Autoridades ucranianas rebateram e afirmaram que ainda estão no controle da região, que fica ao sul.

Na terça-feira (1º), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou o fechamento do espaço aéreo americano para a Rússia – isolando ainda mais o país de Vladimir Putin.

 

Destaques das últimas 24 horas

  • Rússia e Ucrânia terão 2ª rodada de negociações nesta quarta-feira
  • O total de refugiados que deixaram a Ucrânia desde o início da guerra é de quase 836 mil, diz ONU
  • Mais de 2 mil ucranianos já morreram, diz serviço de emergência estatal; conselheira do país na ONU menciona 352 óbitos
  • Em vídeo divulgado nesta quarta, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que “a Rússia quer acabar com o nosso país e com a nossa história”
  • O departamento de polícia regional de Kharkiv e a Universidade Nacional de Kharkiv foram alvo de um ataque militar nesta quarta
  • O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que as forças armadas do país tomaram a cidade de Kherson, no sul da Ucrânia – autoridades ucranianas negam
  • Na terça-feira (1º), Biden anunciou o fechamento do espaço aéreo americano para a Rússia e disse que Vladimir Putin está ainda mais isolado

ONU: quase 836 mil refugiados deixaram a Ucrânia desde o início da guerra

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados disse, nesta quarta (2), que 835.928 refugiados deixaram a Ucrânia desde 24 de fevereiro. Mais da metade deles (453.982) fugiram pela Polônia. Outros 116.348 foram para a Hungria, afirma o ACNUR.

Outras 96.000 pessoas se mudaram para a Federação Russa das regiões de Donetsk e Luhansk entre 18 e 23 de fevereiro. Essas duas regiões são controladas por separatistas apoiados pela Rússia. O Kremlin, em fevereiro, os reconheceu como estados independentes.

 

Rússia: uma terceira guerra mundial seria nuclear e destrutiva

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse nesta quarta-feira (2) que, caso aconteça uma terceira guerra mundial, armas nucleares seriam usadas e seriam destrutivas. As informações foram divulgadas pela agência de notícias RIA.

Lavrov disse que a Rússia enfrentaria um “perigo real” se Kiev adquirisse armas nucleares. A declaração segue o que foi dito em um discurso gravado exibido na Conferência sobre Desarmamento em Genebra, na Suíça.
Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov / 21/02/2022 MRE da Rússia/Divulgação via REUTERS
“É inaceitável para a Rússia que alguns países europeus sediem as armas nucleares americanas”, afirmou Lavrov. Ele também disse que o país está pronto para trabalhar com os EUA em uma “estabilidade estratégica”. O chanceler também destacou que a Ucrânia ainda possui tecnologia nuclear soviética, e que os russos “não podem falhar em responder a esse perigo”.

 

Kiev precisa de sanções mais duras contra a Rússia, diz prefeito

O prefeito da capital ucraniana Kiev, Vitali Klitschko, disse à CNN que “sanções mais duras” deveriam ser impostas contra a Rússia nesse momento para dar suporte aos ucranianos.

“A vontade de ser independente é (a) prioridade principal para nós. E estamos defendendo nossas famílias, nossa cidade, nosso país e nosso futuro”, disse o ex-boxeador.

A capital ucraniana está sob ataques de mísseis russos há dias. Cidadãos e integrantes das Forças Armadas permanecem na cidade para defendê-la, já que tropas russas se aproximam cada vez mais da região.

“Temos que nos manter unidos. A guerra não é apenas para a Ucrânia. É (um) desafio para todo o mundo moderno, para (todo) o mundo democrático”, declarou o prefeito.

 

Números da guerra

Mais de 2.000 civis ucranianos foram mortos até esta quarta-feira durante a invasão da Rússia, segundo o Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia.

“Mais de 2.000 ucranianos morreram, sem contar nossos defensores”, disse o comunicado do serviço. “Crianças, mulheres e nossas forças de defesa estão perdendo suas vidas a cada hora”, acrescentou o órgão na nota.

Segundo último informe da agência de Direitos Humanos das Nações Unidas, os números eram outros — apesar da ponderação de que poderiam ser “muito maiores” de antemão. Neste levantamento, foi constatado que pelo menos 136 civis foram mortos, incluindo 13 crianças, e 400 ficaram feridos.

O número de soldados russos mortos no conflito até o momento ainda não foi divulgado pela Rússia.
Ucranianos buscam abrigo em estações de metrô após início de ataque russo / Getty Images

Biden fecha espaço aéreo americano e diz que Putin está isolado

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou, na terça-feira (1º), em seu primeiro discurso de Estado da União, o fechamento do espaço aéreo do país para a Rússia. “Esta noite estou anunciando que nos juntaremos aos nossos aliados para fechar o espaço aéreo americano para todos os voos russos – isolando ainda mais a Rússia – e adicionando um aperto adicional – em sua economia. O rublo perdeu 30% de seu valor”, afirmou Biden.

Segundo Biden, as forças dos EUA não estão indo à Europa para lutar na guerra da Ucrânia, mas sim defender os aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), caso o presidente russo, Vladimir Putin, decida avançar para o Oeste.

 

“Acabar com nossa história”

Em novo vídeo divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira (2), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que “a Rússia quer acabar com o nosso país e com a nossa história”. “O Kremlin não vai tomar nosso país com bombas e ataque aéreos”, declarou Zelesnky.

O líder ucraniano voltou a repetir que a resposta do Ocidente não é suficiente, pedindo mais apoio internacional, incluindo suporte à tentativa da Ucrânia de ingressar na União Europeia. “Não é hora de ser neutro”, declarou ele.

Na terça-feira (1º), em entrevista exclusiva à CNN, Zelesnky disse que “todo mundo tem que parar de lutar e voltar ao ponto de onde começou cinco, seis dias atrás”.

 

Aposta de US$ 1 trilhão para acabar com economia russa

O Ocidente respondeu à invasão russa à Ucrânia com uma série de sanções. A mais recente delas tem o intuito de desencadear uma crise bancária, sobrecarregar as defesas financeiras de Moscou e levar a economia russa a uma profunda recessão.

Nunca na história uma economia com a importância mundial da Rússia foi alvo de sanções desse nível, segundo analistas que afirmam haver agora um alto risco de a Rússia enfrentar uma crise financeira que leve seus maiores bancos à beira do colapso.

A coalizão está tentando impedir o Banco Central da Rússia de vender dólares e outras moedas estrangeiras para defender o rublo e sua economia. No total, quase US$ 1 trilhão em ativos russos foram congelados por sanções.
Vendedor conta notas de rublos em mercado de Omsk, Rússia / Alexey Malgavko/Reuters

Tribunal de Haia realizará audiências sobre genocídio

A Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, realizará audiências públicas a partir da próxima segunda-feira (7) sobre as acusações de genocídio na Ucrânia.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira (1º), o CIJ disse que audiências públicas serão realizadas na segunda e na terça-feira (8) sobre “o caso sobre alegações de genocídio sob a Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio (Ucrânia versus Federação Russa)”.

Em seu pedido de instauração de processos contra a Rússia, a Ucrânia disse que o país presidido por Vladimir Putin “alegou falsamente que ocorreram atos de genocídio” nas regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, acrescentando que a Rússia posteriormente declarou e implementou uma “operação militar especial” contra a Ucrânia, de acordo com o comunicado.

 

Parlamento Europeu recomenda dar à Ucrânia status de candidato à União Europeia

O Parlamento Europeu adotou uma resolução na terça-feira pedindo às instituições da União Europeia “que trabalhem para conceder” à Ucrânia o status de país candidato à adesão ao bloco, disse em comunicado.

A resolução, que também exige que a União Europeia imponha “sanções mais duras” à Rússia, foi votada a favor por 637 membros do Parlamento Europeu (MPE).

Ela também condenou “nos termos mais fortes possíveis a invasão ilegal da Ucrânia pela Rússia e exige que o Kremlin encerre todas as atividades militares no país”.

Os membros do Parlamento enfatizaram que as sanções financeiras do bloco contra a Rússia devem ir mais longe, afirmando que “todos os bancos russos devem ser bloqueados do sistema financeiro europeu e a Rússia deve ser banida do sistema Swift”.

“Devemos ajudar a Ucrânia a se defender do seu agressor”, diz ministra da Alemanha

Annalena Baerbock, ministra de Relações Exteriores da Alemanha, em reunião emergencial da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que “devemos ajudar a Ucrânia a se defender do seu agressor”. Desde quinta-feira (24), a Rússia invade o território ucraniano usando forças aéreas e terrestres.

Ela declara que o que está “em jogo é vida ou a morte do povo ucraniano, a segurança da Europa e a carta da ONU”. Annalena diz que a guerra russa marca uma nova realidade mundial e pede para que todos os embaixadores tomem decisões responsáveis.

“A Alemanha está ciente da sua responsabilidade histórica, e é por isso que buscaremos sempre  soluções pacíficas. Quando enfrentamos um ataque, devemos agir de forma responsável”, afirma. “Devemos estar disposto a questionar nossas atitudes passadas”.

 

Brasil negocia moderação em nova resolução do Conselho de Segurança

O Brasil negocia com outros países que integram o Conselho de Segurança da ONU uma moderação dos termos do projeto de resolução apresentado pela França e pelo México sobre ajuda humanitária à Ucrânia, segundo fontes do governo.

A avaliação inicial é que da forma como está colocado o projeto há grande chance de a Rússia novamente vetá-lo, tornando ineficaz o esforço do colegiado. A ideia brasileira é que pelo menos se consiga uma abstenção da Rússia.

Para tanto, seria preciso alterar alguns dos trechos que, na percepção de negociadores brasileiros, acabam por agredir os russos, eliminando qualquer possibilidade de a proposta ser aprovada.

 

Precisamos de posição mais forte do Brasil, diz representante da Ucrânia em Brasília

O encarregado de negócios da Embaixada da Ucrânia em Brasília, Anatoliy Tkach, afirmou na terça-feira que precisam de uma posição mais forte do Brasil sobre a guerra. “Nós gostaríamos de posição mais forte do Brasil, posição de apoio, de condenação da Rússia”.

Anatoliy Tkach disse ainda que não entende como seria uma posição de imparcialidade de um país sobre uma guerra, ao ser questionado sobre a fala do ministro de Relações Exteriores, Carlos França.

“Eu não sei o que é imparcialidade, nós agora sabemos quem é o agressor, não está escondendo. Por isso, a imparcialidade é a respeito do agressor, não sei. Não entendo como imparcialidade pode se aplicar nessa situação”.

 

Na ONU, Cuba e Venezuela culpam Otan por guerra na Ucrânia

Na contramão da maioria dos países, os discursos dos embaixadores de Cuba e da Venezuela no segundo dia de sessão extraordinária da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) foram marcados por críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e aos Estados Unidos.

O embaixador cubano na ONU, Pedro Luis Pedroso Cuesta, condenou as sanções impostas contra a Rússia e acusou a Otan de agir com “hipocrisia” na condução da guerra com a Ucrânia.

“Cuba rejeita essa hipocrisia e esse duplo padrão na postura da Otan. Em 1999, houve uma agressão à Iugoslávia e os países da Europa não evitaram a grande perda de vidas por razões geopolíticas. Os Estados Unidos usaram a força em várias ocasiões em países soberanos para alterar regimes, interferindo na política interna de outros países”, disse o embaixador cubano.

 

30 dos 31 jogadores brasileiros da 1ª divisão saíram da Ucrânia

Quase uma semana após o início do ataque russo à Ucrânia, 30 dos 31 jogadores brasileiros que atuam na primeira divisão do futebol ucraniano já conseguiram sair do país. Esse número leva em conta o brasileiro naturalizado ucraniano Junior Moraes, do Shakhtar Donetsk.

Dos 16 clubes que disputam o campeonato ucraniano, 11 contam com brasileiros: Shakhtar Donetsk, Dínamo de Kiev, Dnipro, Rukh Vynnyky, Kolos Kovalivka, Vorskla, Chornomorets, Metalist 1925, Inhulets Petrove, Zorya Lugansk e PFK Lviv.

 

Magnata suíço pode comprar o Chelsea do russo Abramovich

O magnata suíço Hansjoerg Wyss está considerando comprar o Chelsea do bilionário russo Roman Abramovich, disse Wyss ao jornal suíço Blick.

“Abramovich está atualmente tentando vender todas as suas propriedades na Inglaterra. Ele também quer se livrar do Chelsea rapidamente agora”, disse Wyss, de acordo com o Blick, em uma entrevista publicada nesta quarta-feira (2).

“Eu, junto com outras três pessoas, recebi uma oferta na terça-feira para comprar o Chelsea de Abramovich”, completou.

Google remove mídia estatal russa de recursos de notícias

O Google, da Alphabet Inc, confirmou na terça-feira que removeu editoras russas financiadas pelo Estado, como a RT, de seus recursos relacionados a notícias, incluindo a ferramenta de busca Google News, após a invasão russa de Ucrânia e várias sanções contra a Rússia.

Kent Walker, presidente de assuntos globais do Google, disse na terça-feira em um post no blog que “nesta crise extraordinária, estamos tomando medidas extraordinárias para impedir a disseminação de desinformação e interromper campanhas de desinformação online”.

Já a Apple disse nesta terça-feira (1º) que interrompeu todas as vendas de produtos na Rússia em resposta à invasão russa da Ucrânia.

“Estamos profundamente preocupados com a invasão russa da Ucrânia e estamos com todas as pessoas que estão sofrendo como resultado da violência”, disse a Apple em comunicado.

 

Na ONU, Hungria condena invasão da Ucrânia e diz que receberá refugiados

Em reunião emergencial da Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), que acontece desde segunda-feira (28), Zsuzsanna Horváth, embaixadora da Hungria – país vizinho da Ucrânia, região invadida pela Rússia desde quinta-feira (24) – afirmou que condena a invasão russa ao território ucraniano e diz que receberá refugiados.

“Em resposta a crise humanitária, a Hungria está pronta para receber refugiados”. Zsuzsanna disse que muitos países pediram “nossa ajuda” e, com isso, estão criando um corredor humanitário para a entrada daqueles que estão fugindo da Ucrânia e não têm vistos.

A embaixadora informou que pretendem colocar os refugiados em aeroportos mais próximos para realizarem viagens a outros países.

Fotos – Guerra da Rússia contra a Ucrânia


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    Explosão é vista na capital ucraniana de Kiev na quinta-feira, 24 de fevereiro

    Crédito: Gabinete do Presidente da Ucrânia


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    Diversas explosões foram registradas na Ucrânia após invasão de tropas russas na madrugada de quinta-feira (24)

    Crédito: Ministério do Interior da Ucrânia


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    Fumaça sai da região que abriga o Ministério da Defesa da Ucrânia em Kiev

    Crédito: Reuters


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    Engarrafamento registrado em Kiev, capital da Ucrânia

    Crédito: Reprodução/Reuters


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    Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, convoca cidadãos para luta armada e pede doações de sangue nesta quinta-feira (24)

    Crédito: CNN / Reprodução


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    Moradores de Kiev deixam a cidade após ataques de mísseis das forças armadas russas e de Belarus, em 24 de fevereiro de 2022, em Kiev, na Ucrânia

    Crédito: Getty Images


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    Tanques em Mariupol após o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenar a invasão da Ucrânia

    Crédito: 24/02/2022 REUTERS/Carlos Barria


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    Tanques entram em Mariupol após presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenar invasão da Ucrânia

    Crédito: 24/02/2022 REUTERS/Carlos Barria


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    Longa fila de carros em Kiev, tentando sair da Ucrânia, na manhã desta quinta (24)

    Crédito: Reuters


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    Espaço aéreo na Ucrânia foi completamente fechado após invasão de tropas russas no país

    Crédito: CNN / Reprodução


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    Pesssoas esperam trens em estação enquanto tentam deixar Kiev, capital da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, após a Rússia iniciar um ataque em larga escala ao país

    Crédito: Getty Images


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    Estrutura danificada por um míssil em 24 de fevereiro de 2022, em Kiev, na Ucrânia. Explosão ocorreu devido a um ataque em larga escala realizada pela Rússia

    Crédito: Chris McGrath/Getty Images


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    Civis de Donetsk e Luhansk, regiões com predominância de separatistas russos, em Donbass, estão se instalando em campos em Rostov, na Rússia, após a evacuação da região em 21 de fevereiro de 2022

    Crédito: Sefa Karacan/Anadolu Agency via Getty Images


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    Pessoas esperam ônibus em rodoviária em tentativa de deixar Kiev, a capital da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022. A Rússia iniciou um ataque à Ucrânia, e expolosões vêm sendo relatadas em diversas regiões do país

    Crédito: Pierre Crom/Getty Images


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    Caminhões do exército russo passam por um posto policial em Armyansk, no norte da Crimeia, em 24 de fevereiro de 2022, após operação militar na Ucrânia

    Crédito: Sergei Malgavko/TASS via Getty Images


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    Veículos militares deixam a cidade de Armyansk, no norte da Crimeia, após ataque russo na Ucrânia

    Crédito: Sergei Malgavko/TASS via Getty Images


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    Tanque militar ucraniano próximo da escadaria Potenkin, no centro de Odessa, na Ucrânia, após operação militar russa em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Stringer/Anadolu Agency via Getty Images


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    Veículos militares após operação militar da Rússia, em Kramatorsk, na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, no que foi classificado como maior ataque militar entre países da Europa desde a Segunda Guerra Mundial

    Crédito: Aytac Unal/Anadolu Agency via Getty Images


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    O bispo da Eparquia Católica Ucraniana da Sagrada Família de Londres junta-se a protesto realizado por ucranianos contra a invasão russa em Downing Street, no centro de Londres, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Yui Mok/PA Images via Getty Images


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    Protesto em Berlim na Alemanha em apoio aos ucranianos e pedindo o fim da operação militar russa no país, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Abdulhamid Hosbas/Anadolu Agency via Getty Images


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    Pessoas fazem filas para sacar dinheiro nos caixas eletrônicos com medo dos ataques russos em Odessa, Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Stringer/Anadolu Agency via Getty Images


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    Mulher chora após entrar na Polônica, na fronteira entre o país e a Ucrânia, após bombardeio russo. Espera-se que o conflito crie uma onda de refugiados ucranianos que buscarão asilo na Polônia

    Crédito: Dominika Zarzycka/NurPhoto via Getty Images


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    Primeiros imigrantes ucranianos começam a entrar na Polônia, após ataque russo no país

    Crédito: NurPhoto via Getty Images


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    Foguetes militares cruzam o céu durante entrada de repórter da CNN na Rússia

    Crédito: CNN


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    Pessoas formam filas nos supermercados em Kiev, Ucrânia, com medo do desabastecimento devido aos ataques russos no país, que já mataram mais de 40 soldados ucranianos

    Crédito: Future Publishing via Getty Images


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    Carros fazem fila em um posto de gasolina em Kiev, capital da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Future Publishing via Getty Images


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    Metrô de Kharkiv virou abrigo improvisado, como flagrou equipe de CNN

    Crédito: CNN


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    Um foguete foi registrado dentro de um apartamento após bombardeio de tropas russas em Piatykhatky, Kharkiv, nordeste da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Future Publishing via Getty ImagVyacheslav Madiyevskyy/ Ukrinform/Future Publishing via Getty Images


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    Bombeiros ucranianos chegam para resgatar cidadãos após ataque aéreo atingir um prédio residencial em Chuhuiv, Kharkiv Oblast, na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Wolfgang Schwan/Anadolu Agency via Getty Images


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    Um apartamento danificiado após um ataque aéreo russo em um prédio residencial em Chuhuiv, Kharkiv Oblast, na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Wolfgang Schwan/Anadolu Agency via Getty Images


  • 31 de 76

    Militares jogam itens em um incêndio do lado de fora de um prédio de inteligência em Kiev, capital da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Chris McGrath/Getty Images


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    Avião militar dos EUA decola de base aérea em Ramstein, no estado alemão de Renânia-Palatinado, em 24 de fevereiro de 2022. Otan está fortalecendo suas tropas orientais.

    Crédito: dpa/picture alliance via Getty Images


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    Fumaça escura sobe de um aeroporto militar, em Chuguyev, perto de Kiev, segunda maior cidade da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito:


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    Posto de controle na região de Kiev danificado por disparos de artilharia

    Crédito: 24/02/2022 Serviço de Imprensa do Serviço de Guarda Ucraniano/Divulgação via REUTERS


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    Bombeiros tentam apagar incêndio em prédio residencial na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022

    Crédito: Wolfgang Schwan/Anadolu Agency via Getty Images


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    Manifestantes protestam em Berlim contra invsão da Ucrânia pela Rússia

    Crédito: 24/02/2022REUTERS/Christian Mang


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    Helicópteros militares russos durante voo-teste na região de Rostov

    Crédito: 19/01/2022REUTERS/Sergey Pivovarov


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    Bombeiros chegam para apagar fogo em edifício de apartamentos em Chuhuiv no leste da Ucrânia

    Crédito: Justin Yau/Sipa USA via Reuters – 24.fev.22


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    Equipes de resgate no local de queda de avião das Forças Armadas da Ucrânia na região de Kiev

    Crédito: 24/02/2022Serviço de Imprensa do Serviço de Emergências da Ucrânia/Divulgação via REUTERS


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    Centenas de moradores de um prédio residencial danificado por um míssil se reúnem em um abrigo antibomba no porão de uma escola em Kiev, em 25 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Getty Images


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    Uma criança brinca no parquinho enquanto civis são vistos do lado de fora de um prédio residencial da região de Kiev, atingido durante intervenção militar russa, em 25 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Guardas de fronteira ucranianos que serviam no ponto de passagem de Chongar e entregaram suas armas, em 25 de fevereiro de 2022.

    Crédito: FSB/TASS via Getty Images


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    Um homem olha pela janela de um apartamento danificado em um bloco residencial atingido por um ataque de mísseis matinal, em 25 de fevereiro de 2022, em Kiev.

    Crédito: Getty Images


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    Um homem caminha com seu cachorro na frente de um bloco residencial danificado por um ataque de mísseis matinal, em 25 de fevereiro de 2022, em Kiev.

    Crédito: Getty Images


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    Um quarto queimado e danificado de um apartamento é visto em um bloco residencial atingido por um ataque de mísseis matinal em 25 de fevereiro de 2022 em Kiev.

    Crédito: Getty Images


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    Ucraniano recolhe seus pertences após o quarto ser danificado por um míssil, em Kiev, 25 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Getty Images


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    Um edifício residencial é danificado por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Um veículo blindado circula no bairro de Zhuliany, em Kiev, durante a intervenção militar da Rússia na Ucrânia, em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Bombeiros trabalham em um prédio residencial atingido por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Uma visão do edifício danificado em Kiev, que foi atingido por um recente bombardeio durante a intervenção militar da Rússia na Ucrânia, em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Cidadãos ucranianos chegam à Romênia cruzando a fronteira de Siret, em 26 de fevereiro de 2022, depois que a Rússia lançou uma operação militar na Ucrânia.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Militares ucranianos chegam da ilha de Zmeiny, em 26 de fevereiro de 2022, após se renderem voluntariamente às tropas russas. Com certos procedimentos legais concluídos, eles serão enviados de volta para suas famílias na Ucrânia.

    Crédito: Russian Defence Ministry/TASS


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    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky discursa uma mensagem em vídeo ao povo da Ucrânia, em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Presidência da Ucrânia


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    Um edifício residencial é danificado por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Um soldado ucraniano é visto atrás de pneus no bairro de Zhuliany, em Kiev, durante a intervenção militar da Rússia na Ucrânia, em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Bombeiros trabalham em um prédio residencial atingido por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Moradores do Dnipro se reúnem no Rocket Park para preparar coquetéis molotov no 4º dia desde o início dos ataques russos em larga escala no país, em Dnipro, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    Pessoas são fotografadas no posto de controle Uzhhorod-Vysne Nemecke na fronteira Ucrânia-Eslováquia, região de Zakarpattia, oeste da Ucrânia.

    Crédito: Future Publishing via Getty Imag


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    Pessoas são fotografadas no posto de controle Uzhhorod-Vysne Nemecke na fronteira Ucrânia-Eslováquia, região de Zakarpattia, oeste da Ucrânia.

    Crédito: Future Publishing via Getty Imag


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    As forças russas e os separatistas pró-russos assumem o controle da vila de Nikolaevka, região de Donetsk, Ucrânia em 27 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    As forças russas e os separatistas pró-russos assumem o controle da vila de Nikolaevka, região de Donetsk, Ucrânia em 27 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


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    As forças de segurança ucranianas nas ruas aumentam as medidas em meio a ataques russos em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.

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  • 63 de 76

    Reunião entre Rússia e Ucrânia por cessar-fogo é encerrada sem acordo

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    Conversas entre Ucrânia e Rússia em Belarus

    Crédito: Alexander Kryazhev/POOL/TASS via


  • 65 de 76

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky faz um discurso em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.

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  • 66 de 76

    Uma mulher passa por um prédio danificado em uma rua após o toque de recolher ser temporariamente suspenso em meio a ataques russos em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


  • 67 de 76

    Pessoas fazem longas filas nos supermercados após o toque de recolher ser temporariamente suspenso em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


  • 68 de 76

    Membros das forças ucranianas inspecionam motoristas de carros procurando algo suspeito. As forças de segurança ucranianas aumentam as medidas em meio a ataques russos em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.

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  • 69 de 76

    Os militares ucranianos retiram a ajuda coletada da população para trazê-la à frente no 5º dia desde o início dos ataques russos em grande escala no país, em Dnipro, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


  • 70 de 76

    Grupos de pessoas com seus pertences dormindo em cadeiras e no chão da estação de Przemysl, seis dias após o início dos ataques da Rússia à Ucrânia, em 1º de março de 2022, em Przemysl, Polônia. A estação de Przemysl tornou-se um refúgio seguro para milhares de pessoas fugindo da guerra que a Rússia lançou contra a Ucrânia.

    Crédito: Europa Press via Getty Images


  • 71 de 76

    Grupos de pessoas com seus pertences dormindo em cadeiras e no chão da estação de Przemysl, seis dias após o início dos ataques da Rússia à Ucrânia, em 1º de março de 2022, em Przemysl, Polônia. A estação de Przemysl tornou-se um refúgio seguro para milhares de pessoas fugindo da guerra que a Rússia lançou contra a Ucrânia.

    Crédito: Europa Press via Getty Images


  • 72 de 76

    Ataque com mísseis do exército russo em Kharkiv, Ucrânia, em 01 de março de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


  • 73 de 76

    Danos causados ao gabinete do governador de Kharkiv após o ataque com mísseis do exército russo em Kharkiv, Ucrânia, em 01 de março de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


  • 74 de 76

    Danos causados ao gabinete do governador de Kharkiv após o ataque com mísseis do exército russo em Kharkiv, Ucrânia, em 01 de março de 2022.

    Crédito: Anadolu Agency via Getty Images


  • 75 de 76

    Consequências das hostilidades do exército russo em Bucha, região de Kiev, norte da Ucrânia.

    Crédito: Vasyl Molchan/Ukrinform/Future Publishing via Getty Images


  • 76 de 76

    Soldados são vistos atrás de pilhas de areia usadas para bloquear uma estrada na capital ucraniana, Kiev, em meio a ataques russos em 01 de março de 2022

    Crédito: Aytac Unal/Anadolu Agency via Getty Images

(CNN)

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