O DIA 30 DE ABRIL NA HISTÓRIA

Por Lúcio Albuquerque
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30.4.23 – BOM DIA!

COMEMORA-SE
Dia Nacional da Mulher, Dia do Ferroviário (BR), Dia Internacional do Jazz.

Católicos celebram São Quirino, São Levita (Diácono), São José Benedito Cottolengo, São Pio V

RONDÔNIA
1912 – O último trilho da ferrovia Madeira-Mamoré é implantado em Guajará-Mirim (12).

1912 – Desse último trilho surge o que dizem ser uma lenda: que ali foi cravado um prego de ouro, como um de prata, em Porto Velho, quando começou.

1955 – Comissão formada pelos servidores Alcedo Marrocos, Raimundo Rodrigues do Nascimento e Eça Machado vai inspecionar todas as contas e obras das prefeituras de Porto Velho e Guajará-Mirim.

1986 – Projeto do deputado Amizael Silva é aprovado pela Assembleia Legislativa, criando o 16º município de Rondônia, o de Santa Luzia do Oeste.

BRASIL
1854 — Inauguração da 1ª ferrovia do Brasil, do porto de Mauá (atual Guia de Pacobaíba) a Fragoso (atual Magé).

1914 – Nasce o cantor e compositor Dorival Caymmi (m. 2008), autor de “O que é que a baiana tem”, “Marina” etc.

1946 – Decreto do presidente Gaspar Dutra proíbe o jogo e fecha cassinos no país.

1981 – Atentado do Riocentro, num show em homenagem ao dia do trabalhador.

MUNDO
311 — Termina a perseguição de Diocleciano aos cristãos no Império Romano.

1945 – O ditador alemão Adolf Hitler cometeu suicídio.

1975 — Queda de Saigon: forças comunistas ganham o controle de Saigon.

1977 — Primeira marcha das Mães da Praça de Maio em frente à Casa Rosada, Buenos Aires.

 

FOTO DO DIA

 

O PREGO DE OURO

Para muitos, uma das muitas lendas que surgiram na construção da ferrovia Madeira-Mamoré: um prego de prata teria sido encravado no início da obra em Porto Velho, e um de ouro, no último trilho na conclusão, em Guajará-Mirim, a 30 de abril de 1912, mesma data em Vila Murtinho.
Os fatos, apesar de afirmações em contrário, foram reais, narra o escritor e ex-ferroviário Hugo Ferreira (foto), em “Reminiscências da Madmamrly e Outras Mais”, a partir do depoimento do ferroviário Antônio Borges, mestre carpinteiro, que garantiu ter presenciado o fato em Guajará-Mirim (*).
Há outras lendas relativas à EFMM, por exemplo, “cada dormente era um homem morto na construção”. Para o historiador e professor Abnael Machado de Lima (1932/2019), quem diz isso “Age por interesses terceiros”.
Abnael citava: São 330 Kms de extensão, um dormente a cada 90 centímetros, no caso seriam mais de 400 mil dormentes, e o registro mais considerado gira em torno de 6 a 8 mil mortes (F. Estação da EFMM em Vila Murtinho, ao fundo a igreja de São Francisco de Assis).
(*) https://expressaorondonia.com.br/historia-da-efmm-o-prego-de-ouro-da-madeira-mamore/

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