Casal que teve malas trocadas relata infecção em prisão

Kátyna e Jeanne foram presas injustamente na Alemanha

Jeanne Paollini e Kátyna Baía | Foto: Reprodução Instagram

As goianas Kátyna Baía e Jeanne Paollini, presas na Alemanha depois de terem as malas trocadas no aeroporto em São Paulo, contaram no Instagram que voltaram ao Brasil com uma infecção bacteriana na pele.

“Voltamos com uma infecção bacteriana que se deu em função do uso coletivo de roupas e calcinhas”, escreveu Kátyna nas redes sociais. “Sim, era tudo de uso coletivo. Mais um problema daquela prisão arbitrária e injusta.”

As brasileiras também disseram que foram maltratadas pela polícia alemã.

“Nós fomos presas de forma muita injusta, mal recebidas, maltratadas pela polícia alemã, injustiçadas, pagando por um crime que não nos pertence”, contou Kátyna. “Se fôssemos cumprir o que a legislação de lá ordenava, iríamos ficar em média 15 anos, perdendo 15 anos da nossa vida e talvez não veríamos os nossos pais mais, os nossos amigos, a nossa pátria amada”.

O caso das brasileiras chamou a atenção das autoridades.

Segundo as investigações da Polícia Federal, elas saíram de Santa Genoveva, Goiás, e tiveram as etiquetas das malas delas trocadas por um grupo criminoso dentro do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Com isso, as duas viajaram à Alemanha com outra bagagem carregada de cocaína. Ao chegar no país europeu foram presas pela polícia local acusadas de tráfico de drogas. Elas foram soltas em 11 de abril, depois de ficarem um mês presas na Alemanha.

Revista Oeste

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